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Um novo e brilhante tipo de tecnologia solar pode fornecer eletricidade e água potável a milhões Trata-se de um dispositivo compacto que usa o calor perdido pelas células fotovoltaicas para purificar a água pode um dia mudar a vida de centenas de milhões de pessoas em todo o mundo. A nova versão da antiga tecnologia da Universidade de Ciência e Tecnologia King Abdullah, na Arábia Saudita, promete aliviar as crescentes pressões nas nossas grandes ameaças do futuro, a água e a energia. Photo shansekala/iStock Lightyear One, o carro solar que todos vão desejar Esses dois recursos que muitos de nós tomamos como garantidos, são bens escassos a mais de 780 milhões de pessoas em todo o mundo. A falta de água e eletricidade não só coloca as comunidades em risco de doenças através da contaminação, como também dificulta o cultivo, a pecuária ou a manutenção de stocks de alimentos e remédios. Talvez ainda mais importante, é a relação Catch-22 entre a água potável e a eletrici...

Criada supramolécula para combater o cancer

 

Investigadores norte-americanos desenvolveram uma substância que ajuda o corpo a “devorar” e a destruir células cancerígenas

O tratamento aumenta a acção dos glóbulos brancos, chamados macrófagos, que o sistema imunitário utiliza para destruir as células maléficas. Foram realizados inúmeros testes em cobaias  que mostraram que a terapia funcionou para tumores agressivos de mama e da pele, segundo foi publicado, esta segunda-feira, na Nature Biomedical Engineering.

A equipa de investigadores espera iniciar os testes em seres humanos dentro de alguns anos e como a substancia já tem  uma licença deverá  agilizar  o processo de aprovação a fim de ser utilizada.A substância em questão foi desenvolvida a partir de moléculas que se encaixam  como blocos de tijolo e, por isso, pode ser considerada como uma “supramolécula”. O estudo “cria” uma célula imune devoradora ou “fagocitária” chamada macrófago.

De acordo com a BBC, os macrófagos já são uma boa maneira de  a combater infeções bacterianas e virais porque conseguem identificar  e atacar esses “invasores”, não sendo porem tão eficazes no combate ao cancro, uma vez que os tumores não são invasores, mas, crescem a partir das nossas próprias células escondem-se inteligentemente do ataque do sistema imunitário.

A substância utilizada pela equipa, liderada pelo médico e autor principal do estudo Ashish Kulkarni, age de duas maneiras. Na  primeira , impede as células cancerígenas de se esconderem dos macrófagos e, em segundo, evita que o tumor torne aos macrófagos passivos. Nos camundongos, a terapia “supramolecular” pareceu impedir que o cancro crescesse e se espalhasse.

Os cientistas prevêem usar esta substância juntamente com outros tratamentos contra o cancro, como é o caso dos inibidores de pontos de controlo .Pontos estes que são moléculas especializadas impedem o sistema imunitário de funcionar, fazendo com que as células defensivas  sejam utilizadas apenas quando preciso.
 

Investigadores norte-americanos desenvolveram uma substância que ajuda o corpo a “devorar” e a destruir células cancerígenas

O tratamento aumenta a acção dos glóbulos brancos, chamados macrófagos, que o sistema imunitário utiliza para destruir as células maléficas. Foram realizados inúmeros testes em cobaias  que mostraram que a terapia funcionou para tumores agressivos de mama e da pele, segundo foi publicado, esta segunda-feira, na Nature Biomedical Engineering.

A equipa de investigadores espera iniciar os testes em seres humanos dentro de alguns anos e como a substancia já tem  uma licença deverá  agilizar  o processo de aprovação a fim de ser utilizada.A substância em questão foi desenvolvida a partir de moléculas que se encaixam  como blocos de tijolo e, por isso, pode ser considerada como uma “supramolécula”. O estudo “cria” uma célula imune devoradora ou “fagocitária” chamada macrófago.

De acordo com a BBC, os macrófagos já são uma boa maneira de  a combater infeções bacterianas e virais porque conseguem identificar  e atacar esses “invasores”, não sendo porem tão eficazes no combate ao cancro, uma vez que os tumores não são invasores, mas, crescem a partir das nossas próprias células escondem-se inteligentemente do ataque do sistema imunitário.

A substância utilizada pela equipa, liderada pelo médico e autor principal do estudo Ashish Kulkarni, age de duas maneiras. Na  primeira , impede as células cancerígenas de se esconderem dos macrófagos e, em segundo, evita que o tumor torne aos macrófagos passivos. Nos camundongos, a terapia “supramolecular” pareceu impedir que o cancro crescesse e se espalhasse.

Os cientistas prevêem usar esta substância juntamente com outros tratamentos contra o cancro, como é o caso dos inibidores de pontos de controlo .Pontos estes que são moléculas especializadas impedem o sistema imunitário de funcionar, fazendo com que as células defensivas  sejam utilizadas apenas quando preciso.

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