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Um novo e brilhante tipo de tecnologia solar pode fornecer eletricidade e água potável a milhões Trata-se de um dispositivo compacto que usa o calor perdido pelas células fotovoltaicas para purificar a água pode um dia mudar a vida de centenas de milhões de pessoas em todo o mundo. A nova versão da antiga tecnologia da Universidade de Ciência e Tecnologia King Abdullah, na Arábia Saudita, promete aliviar as crescentes pressões nas nossas grandes ameaças do futuro, a água e a energia. Photo shansekala/iStock Lightyear One, o carro solar que todos vão desejar Esses dois recursos que muitos de nós tomamos como garantidos, são bens escassos a mais de 780 milhões de pessoas em todo o mundo. A falta de água e eletricidade não só coloca as comunidades em risco de doenças através da contaminação, como também dificulta o cultivo, a pecuária ou a manutenção de stocks de alimentos e remédios. Talvez ainda mais importante, é a relação Catch-22 entre a água potável e a eletrici...

Terra envolta em grandes nuvens de poeiras

Vivemos toda a nossa vida no meio de uma perpetua de uma nuvem de poeira. O ar está cheio de partículas, sal do mar, fuligem de carbono negro de incêndios florestais e todos os tipos de emissões que saem das chaminés da industrias.

 

Normalmente, todas essas partículas são invisíveis para nós, mas não para os satélites e sensores da NASA. Numa nova foto de satélite, o Observatório da Terra da NASA revela a quantidade impressionante de partículas invisíveis que estão em nosso redor.

 

A NASA combinou dados de múltiplos sensores em satélites, os sensores MODIS (Moderate Resolution Imaging Spectroradiometer), bem como sensores baseados em terra, para criar uma imagem colorida na nevoa que nos envolve

 

Algumas dessas nuvens de poeira são o resultado de situaçoes climáticas. O Furacão Lane,  perto do Havaí, e os tufões Soulik e Cimaron, na costa do Japão, colocaram enormes quantidades de sal marinho na a atmosfera. No deserto do Saara, no noroeste da África, e no deserto de Taklamakan, no noroeste da China, os ventos secos  formaram nuvens de partículas de poeira muito finas.

A América do Norte e o centro-sul da África revelam assinaturas de outro tipo de nuvem, o fumo dos incêndios florestais, muitas vezes causados ​​por humanos, intencionalmente, para limpezas anuais de terrenos agrícolas na África, ou por descuido como na América do Norte. Parte desse fumo da América do Norte parece ter se deslocado para leste  estando sobre o oceano Atlântico.

 

A NASA salientou que esta imagem não foi registada por uma única câmara e nem é composta de um grupo de imagens captadas diretamente por satélites ou sensores de terra. A NASA usou uma matemática cuidadosa para reunir dados de diversos tipos de fontes, a fim de descobrir onde estão as concentrações mais densas de partículas soltas na atmosfera.

Fonte//LiveSience
Vivemos toda a nossa vida no meio de uma perpetua de uma nuvem de poeira. O ar está cheio de partículas, sal do mar, fuligem de carbono negro de incêndios florestais e todos os tipos de emissões que saem das chaminés da industrias.

 

Normalmente, todas essas partículas são invisíveis para nós, mas não para os satélites e sensores da NASA. Numa nova foto de satélite, o Observatório da Terra da NASA revela a quantidade impressionante de partículas invisíveis que estão em nosso redor.

 

A NASA combinou dados de múltiplos sensores em satélites, os sensores MODIS (Moderate Resolution Imaging Spectroradiometer), bem como sensores baseados em terra, para criar uma imagem colorida na nevoa que nos envolve

 

Algumas dessas nuvens de poeira são o resultado de situaçoes climáticas. O Furacão Lane,  perto do Havaí, e os tufões Soulik e Cimaron, na costa do Japão, colocaram enormes quantidades de sal marinho na a atmosfera. No deserto do Saara, no noroeste da África, e no deserto de Taklamakan, no noroeste da China, os ventos secos  formaram nuvens de partículas de poeira muito finas.

A América do Norte e o centro-sul da África revelam assinaturas de outro tipo de nuvem, o fumo dos incêndios florestais, muitas vezes causados ​​por humanos, intencionalmente, para limpezas anuais de terrenos agrícolas na África, ou por descuido como na América do Norte. Parte desse fumo da América do Norte parece ter se deslocado para leste  estando sobre o oceano Atlântico.

 

A NASA salientou que esta imagem não foi registada por uma única câmara e nem é composta de um grupo de imagens captadas diretamente por satélites ou sensores de terra. A NASA usou uma matemática cuidadosa para reunir dados de diversos tipos de fontes, a fim de descobrir onde estão as concentrações mais densas de partículas soltas na atmosfera.

Fonte//LiveSience

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