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Um novo e brilhante tipo de tecnologia solar pode fornecer eletricidade e água potável a milhões Trata-se de um dispositivo compacto que usa o calor perdido pelas células fotovoltaicas para purificar a água pode um dia mudar a vida de centenas de milhões de pessoas em todo o mundo. A nova versão da antiga tecnologia da Universidade de Ciência e Tecnologia King Abdullah, na Arábia Saudita, promete aliviar as crescentes pressões nas nossas grandes ameaças do futuro, a água e a energia. Photo shansekala/iStock Lightyear One, o carro solar que todos vão desejar Esses dois recursos que muitos de nós tomamos como garantidos, são bens escassos a mais de 780 milhões de pessoas em todo o mundo. A falta de água e eletricidade não só coloca as comunidades em risco de doenças através da contaminação, como também dificulta o cultivo, a pecuária ou a manutenção de stocks de alimentos e remédios. Talvez ainda mais importante, é a relação Catch-22 entre a água potável e a eletrici...

Após 14 anos de inatividade Fonte termal de Yellowstone entra em erupção

A fonte termal,  Ear Spring, situada no Geiser Hill do Parque Nacional de Yellowstone, nos Estados Unidos da América, entrou em erupção no sábado passado, após 14 anos de inatividade.

A atividade térmica no parque tem aumentado nos últimos tempos, mas especialistas afirmam que não há nada a temer.

No dia 15 de setembro, a fonte, parecida com uma orelha humana, despertou lançando jatos de vapor de água a uma altitude de seis e nove metros, e lançando água a 60 centímetros de altura. Trata-se da primeira erupção deste tamanho desde 1957.

[embed]https://youtu.be/aLJlMCNmecs[/embed]

 

O The Express UK diz que a nova atividade coloca os visitantes em risco, porque a pressão criada no geiser tem enviado detritos e rochas para o céu.

De acordo com funcionários do parque, trata-se da 4ª erupção da fonte nos últimos 60 anos e também da maior altura de jatos de água registada desde 1957, cita a agência AP.

Veja Tambem As mudanças climáticas podem alterar todo o mundo


Esta erupção faz parte da recente atividade térmica registada no Geiser Hill, destacou a agência.

Qualquer atividade registada em Yellowstone tem de ser tida em consideração e analisada pois há receios de poder despertar um supervulcão, adormecido há 630 mil anos.

O supervulcão do Parque de Yellowstone, apesar da sua beleza observável a partir da órbita terrestre baixa, é um dos 20 supervulcões que pode destruir a vida na Terra.

A  cratera deste vulcão tem 72 quilómetros de comprimento e 55 de largura e os canais subjacentes contêm várias dezenas de milhares de quilómetros cúbicos de material magmático.

O segredo que alimenta Yellowstone foi desvendado e as conclusões aproximam-nos de uma maior e melhor compreensão do Yellowstone com características que poderiam tornar o planeta Terra num inferno vulcânico catastrófico.

Uma análise sísmica do núcleo do vulcão de Yellowstone mostrou que debaixo deste vulcão localiza-se uma poderosa pluma mantélica – um fluxo vertical de magma que sobe rapidamente das profundezas da Terra.

Segundo os resultados, debaixo do Yellowstone está localizado um “tubo” de magma estreito e direito que desce por 3 quilómetros até à profundeza terrestre.

Também localizado no Parque Yellowstone está o géiser Steamboat – capaz de disparar água a uma altura de cerca de 90 metros, que entrou em atividade por quatro vezes n ano de 2018.

Veja Tambem Jacarta está a afundar e pode ficar submersa já em 2050


“Estas erupções irregulares de géiseres são, em grande escala, uma consequência das mudanças na superfície e no fluxo de água que ocorrem nas centenas de metros mais próximos da superfície”, explicou Michael Poland, diretor do Observatório Vulcanológico de Yellowstone (OVY).

As características do Parque de Yellowstone representam uma ameaça tão grande para o planeta Terra que a NASA já traçou um plano de salvamento baseado no arrefecimento do supervulcão de Yellowstone – um dos 20 supervulcões que pode destruir a vida na Terra.

 

Fonte//SputnikNews
A fonte termal,  Ear Spring, situada no Geiser Hill do Parque Nacional de Yellowstone, nos Estados Unidos da América, entrou em erupção no sábado passado, após 14 anos de inatividade.

A atividade térmica no parque tem aumentado nos últimos tempos, mas especialistas afirmam que não há nada a temer.

No dia 15 de setembro, a fonte, parecida com uma orelha humana, despertou lançando jatos de vapor de água a uma altitude de seis e nove metros, e lançando água a 60 centímetros de altura. Trata-se da primeira erupção deste tamanho desde 1957.

[embed]https://youtu.be/aLJlMCNmecs[/embed]

 

O The Express UK diz que a nova atividade coloca os visitantes em risco, porque a pressão criada no geiser tem enviado detritos e rochas para o céu.

De acordo com funcionários do parque, trata-se da 4ª erupção da fonte nos últimos 60 anos e também da maior altura de jatos de água registada desde 1957, cita a agência AP.

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Esta erupção faz parte da recente atividade térmica registada no Geiser Hill, destacou a agência.

Qualquer atividade registada em Yellowstone tem de ser tida em consideração e analisada pois há receios de poder despertar um supervulcão, adormecido há 630 mil anos.

O supervulcão do Parque de Yellowstone, apesar da sua beleza observável a partir da órbita terrestre baixa, é um dos 20 supervulcões que pode destruir a vida na Terra.

A  cratera deste vulcão tem 72 quilómetros de comprimento e 55 de largura e os canais subjacentes contêm várias dezenas de milhares de quilómetros cúbicos de material magmático.

O segredo que alimenta Yellowstone foi desvendado e as conclusões aproximam-nos de uma maior e melhor compreensão do Yellowstone com características que poderiam tornar o planeta Terra num inferno vulcânico catastrófico.

Uma análise sísmica do núcleo do vulcão de Yellowstone mostrou que debaixo deste vulcão localiza-se uma poderosa pluma mantélica – um fluxo vertical de magma que sobe rapidamente das profundezas da Terra.

Segundo os resultados, debaixo do Yellowstone está localizado um “tubo” de magma estreito e direito que desce por 3 quilómetros até à profundeza terrestre.

Também localizado no Parque Yellowstone está o géiser Steamboat – capaz de disparar água a uma altura de cerca de 90 metros, que entrou em atividade por quatro vezes n ano de 2018.

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“Estas erupções irregulares de géiseres são, em grande escala, uma consequência das mudanças na superfície e no fluxo de água que ocorrem nas centenas de metros mais próximos da superfície”, explicou Michael Poland, diretor do Observatório Vulcanológico de Yellowstone (OVY).

As características do Parque de Yellowstone representam uma ameaça tão grande para o planeta Terra que a NASA já traçou um plano de salvamento baseado no arrefecimento do supervulcão de Yellowstone – um dos 20 supervulcões que pode destruir a vida na Terra.

 

Fonte//SputnikNews

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