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Um novo e brilhante tipo de tecnologia solar pode fornecer eletricidade e água potável a milhões Trata-se de um dispositivo compacto que usa o calor perdido pelas células fotovoltaicas para purificar a água pode um dia mudar a vida de centenas de milhões de pessoas em todo o mundo. A nova versão da antiga tecnologia da Universidade de Ciência e Tecnologia King Abdullah, na Arábia Saudita, promete aliviar as crescentes pressões nas nossas grandes ameaças do futuro, a água e a energia. Photo shansekala/iStock Lightyear One, o carro solar que todos vão desejar Esses dois recursos que muitos de nós tomamos como garantidos, são bens escassos a mais de 780 milhões de pessoas em todo o mundo. A falta de água e eletricidade não só coloca as comunidades em risco de doenças através da contaminação, como também dificulta o cultivo, a pecuária ou a manutenção de stocks de alimentos e remédios. Talvez ainda mais importante, é a relação Catch-22 entre a água potável e a eletrici...

Um jornal neozelandês falou sobre o futuro do nosso planeta 106 anos atrás.

As previsões bastante preocupantes revelaram-se extremamente precisas.

Em 14 de agosto de 1912, um jornal chamado “Rodney and Otamatea Times” publicou uma nota curiosa na seção científica.

Trata-se de um breve parágrafo que advertia que a atmosfera da Terra estava mudando á medida que o mundo aumentava sua produção de combustíveis. O texto abaixo descreve o que foi publicado.

Titulo  “Consumo de carvão afetando o clima”, o artigo diz: “As fornalhas de todo o mundo agora estão queimando cerca de 2.000.000.000 de toneladas de carvão por ano. Quando [essa quantidade] é queimada, unindo-se com oxigênio, adiciona cerca de 7.000.000.000 de toneladas de dióxido de carbono na atmosfera anualmente. Isso torna o ar num cobertor mais eficaz para a Terra e elevar sua temperatura. O efeito pode ser considerável em alguns séculos”.

É uma explicação incrivelmente correta sobre o efeito estufa, e como seres humanos contribuem para o aquecimento da atmosfera do planeta.

Alerta antigo


Os neozelandeses não foram sequer os primeiros a escrever sobre esse terrível efeito.

O mesmo texto havia sido publicado um mês antes, em 17 de julho de 1912, no Braidwood Dispatch da Austrália. Antes disso, uma edição de março de 1912 da revista Popular Mechanics foi provavelmente a primeira em abordar esse assunto.

A ideia já vinha sendo debatida em todo o mundo há décadas. O New York Times traça a discussão científica do efeito do carvão na  atmosfera na década de 1850.


Leia Mais Terra teve um aquecimento global há mais de 500 milhões de anos


Pouco mudou desde então. Em 2016, o mundo consumiu mais de 5,3 bilhões de toneladas métricas de carvão. A atmosfera do planeta agora possui uma quantidade sem precedentes de CO2: a concentração subiu acima de 411 partes por milhão, o nível mais alto em 800.000 anos.

E daqui a cem anos?


Enquanto a taxa de produção de carvão está desacelerando em alguns países, aumenta noutras nações em desenvolvimento, especialmente em economias em crescimento, como a Índia.

Também queimamos toneladas de outros combustíveis que aquecem a Terra.

Leia Mais Poderá o milho viscoso resolver um dos grandes problemas da poluição?


Esta atividade esta a ter consequências devastadoras para o ecossistema, e não se espera que melhore

Afinal de contas, estamos todos conscientes disso e devido aos interesses  económicos  e nunca fizemos nada, pode é  já ser tarde demais..

 

Fonte//Hypescience
As previsões bastante preocupantes revelaram-se extremamente precisas.

Em 14 de agosto de 1912, um jornal chamado “Rodney and Otamatea Times” publicou uma nota curiosa na seção científica.

Trata-se de um breve parágrafo que advertia que a atmosfera da Terra estava mudando á medida que o mundo aumentava sua produção de combustíveis. O texto abaixo descreve o que foi publicado.

Titulo  “Consumo de carvão afetando o clima”, o artigo diz: “As fornalhas de todo o mundo agora estão queimando cerca de 2.000.000.000 de toneladas de carvão por ano. Quando [essa quantidade] é queimada, unindo-se com oxigênio, adiciona cerca de 7.000.000.000 de toneladas de dióxido de carbono na atmosfera anualmente. Isso torna o ar num cobertor mais eficaz para a Terra e elevar sua temperatura. O efeito pode ser considerável em alguns séculos”.

É uma explicação incrivelmente correta sobre o efeito estufa, e como seres humanos contribuem para o aquecimento da atmosfera do planeta.

Alerta antigo


Os neozelandeses não foram sequer os primeiros a escrever sobre esse terrível efeito.

O mesmo texto havia sido publicado um mês antes, em 17 de julho de 1912, no Braidwood Dispatch da Austrália. Antes disso, uma edição de março de 1912 da revista Popular Mechanics foi provavelmente a primeira em abordar esse assunto.

A ideia já vinha sendo debatida em todo o mundo há décadas. O New York Times traça a discussão científica do efeito do carvão na  atmosfera na década de 1850.


Leia Mais Terra teve um aquecimento global há mais de 500 milhões de anos


Pouco mudou desde então. Em 2016, o mundo consumiu mais de 5,3 bilhões de toneladas métricas de carvão. A atmosfera do planeta agora possui uma quantidade sem precedentes de CO2: a concentração subiu acima de 411 partes por milhão, o nível mais alto em 800.000 anos.

E daqui a cem anos?


Enquanto a taxa de produção de carvão está desacelerando em alguns países, aumenta noutras nações em desenvolvimento, especialmente em economias em crescimento, como a Índia.

Também queimamos toneladas de outros combustíveis que aquecem a Terra.

Leia Mais Poderá o milho viscoso resolver um dos grandes problemas da poluição?


Esta atividade esta a ter consequências devastadoras para o ecossistema, e não se espera que melhore

Afinal de contas, estamos todos conscientes disso e devido aos interesses  económicos  e nunca fizemos nada, pode é  já ser tarde demais..

 

Fonte//Hypescience

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