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Um novo e brilhante tipo de tecnologia solar pode fornecer eletricidade e água potável a milhões Trata-se de um dispositivo compacto que usa o calor perdido pelas células fotovoltaicas para purificar a água pode um dia mudar a vida de centenas de milhões de pessoas em todo o mundo. A nova versão da antiga tecnologia da Universidade de Ciência e Tecnologia King Abdullah, na Arábia Saudita, promete aliviar as crescentes pressões nas nossas grandes ameaças do futuro, a água e a energia. Photo shansekala/iStock Lightyear One, o carro solar que todos vão desejar Esses dois recursos que muitos de nós tomamos como garantidos, são bens escassos a mais de 780 milhões de pessoas em todo o mundo. A falta de água e eletricidade não só coloca as comunidades em risco de doenças através da contaminação, como também dificulta o cultivo, a pecuária ou a manutenção de stocks de alimentos e remédios. Talvez ainda mais importante, é a relação Catch-22 entre a água potável e a eletrici...

Funcionários da Google em protesto contra motor de busca censurado para a China

Mais de mil funcionários do gigante da Internet Google assinaram uma petição em protesto contra o plano secreto da empresa para criar um motor de busca que vai cumprir com as exigências da censura chinesa.

 

O baixo assinado pede aos executivos mais transparência na empresa, para que possam compreender as implicações éticas do seu trabalho, segundo o jornal norte-americano The New York Times, que teve aceso à carta.

 

A mesma nota afirma que o projeto, designado Dragonfly, e a aparente disposição do Google em compactuar com a censura chinesa “levantam questões morais e éticas urgentes”.

 

“Neste momento, não temos informação necessária para tomar decisões eticamente esclarecidas sobre o nosso trabalho, projetos e emprego”, lê-se na carta, que afirma que a maioria do pessoal só soube do projeto através da imprensa. No total, a carta foi assinada por 1.400 funcionários, segundo o NYT.

 

 

O Google saiu da China em 2010, em protesto contra a censura e ciberataques perpetuados pelo Governo chinês. O número de chineses ligados à Internet ultrapassou já os 770 milhões, mas redes sociais e ferramentas online como o Facebook, Twitter, Google, Youtube ou Dropbox estão banidas no país.

 

A carta é também um outro exemplo de como a pressão dos funcionários tem pressionado a estratégia do Google.

 

Em abril passado, os funcionários protestaram contra o projeto Maven, desenvolvido em conjunto com o exército dos Estados Unidos, e que prevê o uso de inteligência artificial para aperfeiçoar armamento, levando a empresa a não renovar o contrato com o Pentágono.

Fonte//ZapAeiou
Mais de mil funcionários do gigante da Internet Google assinaram uma petição em protesto contra o plano secreto da empresa para criar um motor de busca que vai cumprir com as exigências da censura chinesa.

 

O baixo assinado pede aos executivos mais transparência na empresa, para que possam compreender as implicações éticas do seu trabalho, segundo o jornal norte-americano The New York Times, que teve aceso à carta.

 

A mesma nota afirma que o projeto, designado Dragonfly, e a aparente disposição do Google em compactuar com a censura chinesa “levantam questões morais e éticas urgentes”.

 

“Neste momento, não temos informação necessária para tomar decisões eticamente esclarecidas sobre o nosso trabalho, projetos e emprego”, lê-se na carta, que afirma que a maioria do pessoal só soube do projeto através da imprensa. No total, a carta foi assinada por 1.400 funcionários, segundo o NYT.

 

 

O Google saiu da China em 2010, em protesto contra a censura e ciberataques perpetuados pelo Governo chinês. O número de chineses ligados à Internet ultrapassou já os 770 milhões, mas redes sociais e ferramentas online como o Facebook, Twitter, Google, Youtube ou Dropbox estão banidas no país.

 

A carta é também um outro exemplo de como a pressão dos funcionários tem pressionado a estratégia do Google.

 

Em abril passado, os funcionários protestaram contra o projeto Maven, desenvolvido em conjunto com o exército dos Estados Unidos, e que prevê o uso de inteligência artificial para aperfeiçoar armamento, levando a empresa a não renovar o contrato com o Pentágono.

Fonte//ZapAeiou

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