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Um novo e brilhante tipo de tecnologia solar pode fornecer eletricidade e água potável a milhões Trata-se de um dispositivo compacto que usa o calor perdido pelas células fotovoltaicas para purificar a água pode um dia mudar a vida de centenas de milhões de pessoas em todo o mundo. A nova versão da antiga tecnologia da Universidade de Ciência e Tecnologia King Abdullah, na Arábia Saudita, promete aliviar as crescentes pressões nas nossas grandes ameaças do futuro, a água e a energia. Photo shansekala/iStock Lightyear One, o carro solar que todos vão desejar Esses dois recursos que muitos de nós tomamos como garantidos, são bens escassos a mais de 780 milhões de pessoas em todo o mundo. A falta de água e eletricidade não só coloca as comunidades em risco de doenças através da contaminação, como também dificulta o cultivo, a pecuária ou a manutenção de stocks de alimentos e remédios. Talvez ainda mais importante, é a relação Catch-22 entre a água potável e a eletrici...

Há um 'Vórtice de Extinção Perigoso' numa das florestas mais importantes do mundo

Séculos de exploração humana na Mata Atlântica do Brasil deixaram quase “limpa”, uma das florestas mais importantes do mundo.

Mais da metade das espécies de mamíferos da floresta subtropical foram destruídas desde que os europeus colonizaram a região no século 16, de acordo com o estudo publicado na revista PLOS One na terça-feira

A floresta foi reduzida de mais de 1,1 milhões de quilômetros quadrados (420.000 milhas quadradas) para apenas 0.143 quilômetros quadrados (0,06 milhas quadradas) desde a colonização no século 16, em grande parte de atividades humanas, como exploração madeireira e agricultura.

 

E essas atividades prejudicaram gravemente a biodiversidade da floresta.

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"Esses habitats são agora manchas quase desertas e presas num vórtice de extinção em aberto. Esse colapso é sem precedentes tanto na história quanto na pré-história é diretamente atribuído à atividade humana", disse em comunicado Carlos Peres, um biólogo da Universidade de East Anglia e um dos principais autores do estudo.

Para entender  o impacto causado pelo homem nas populações locais de mamíferos, os investigadores compararam os inventários de mamíferos de médio e grande porte da floresta dos últimos 30 anos, com registos básicos de quando a área foi colonizada pela primeira vez por europeus no século XVI.

 

Analisaram espécies individuais, bem como grupos de espécies ecologicamente relacionadas, para ver quais foram as mais afetadas.

Os predadores , como jaguares e onças-pardas, bem como os herbívoros de grandes dimensões como as antas, estavam entre os mais atingidos.

Veja Tambem China vai abrir parque para pandas com quase um quinto da área de Portugal


Os mamíferos desempenham um papel crítico na ecologia florestal, particularmente regulando as populações e equilibrando a cadeia alimentar, ajudando as plantas a dispersar suas sementes com seus excrementos

"A diversidade de mamíferos da outrora majestosa Mata Atlântica foi amplamente reduzida a uma sombra pálida do que já foi", afirmou  Peres.

 

Fonte//SienceAlert

 
Séculos de exploração humana na Mata Atlântica do Brasil deixaram quase “limpa”, uma das florestas mais importantes do mundo.

Mais da metade das espécies de mamíferos da floresta subtropical foram destruídas desde que os europeus colonizaram a região no século 16, de acordo com o estudo publicado na revista PLOS One na terça-feira

A floresta foi reduzida de mais de 1,1 milhões de quilômetros quadrados (420.000 milhas quadradas) para apenas 0.143 quilômetros quadrados (0,06 milhas quadradas) desde a colonização no século 16, em grande parte de atividades humanas, como exploração madeireira e agricultura.

 

E essas atividades prejudicaram gravemente a biodiversidade da floresta.

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"Esses habitats são agora manchas quase desertas e presas num vórtice de extinção em aberto. Esse colapso é sem precedentes tanto na história quanto na pré-história é diretamente atribuído à atividade humana", disse em comunicado Carlos Peres, um biólogo da Universidade de East Anglia e um dos principais autores do estudo.

Para entender  o impacto causado pelo homem nas populações locais de mamíferos, os investigadores compararam os inventários de mamíferos de médio e grande porte da floresta dos últimos 30 anos, com registos básicos de quando a área foi colonizada pela primeira vez por europeus no século XVI.

 

Analisaram espécies individuais, bem como grupos de espécies ecologicamente relacionadas, para ver quais foram as mais afetadas.

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